quarta-feira, novembro 15, 2006

No fim, tudo acaba (2)

Me diga uma única criação humana que não provoque algum tipo de destruição; que não afete um ecossistema; que não atinja uma espécie; que não preceda alguma dessas última citações. Se o fizer, provavelmente ganhará o Nobel de alguma coisa. Não existe. Morte: parada funcional de todos os órgãos, tecidos e fluidos de um organismo. Simples assim, e ainda acarreta grande sofrimento aos próximos e mesmo aos distantes. Para onde vamos depois da morte? Voltamos à origem. À Gaia. A Terra nos quer de volta. Quer acabar com o que criou para poder sobreviver. Egoísmo? Da Terra ou do Homem?
Alguns vão começar a me odioa ou desconfiar de mim depois de ter lido isso. Mas acredito que a maioria nem vá ler, e os que vão me conhecem bem o suficiente para saberem que não há nada de polêmico no que foi escrito. Aliás, polêmica é mais uma das inutilidades que o homem inventou, junto com o sentimentalismo e todo o resto de abstratismo.

Desculpe se feri os valores ou sentimentos de alguém que tenha lido, venha tirar satisfações comigo quando tiver oportunidade, provavelmente você se sentirá melhor. É o que consigo expressar no momento, mas amanhã voltarei ao normal com as futilidades humanas de sempre.

Um comentário:

egnyris disse...

...e tu é FODA, porra! se todo mundo pensasse assim...